quinta-feira, junho 20, 2013

Famoso psiquiatra pede desculpas por estudo sobre "cura" para LGBTs

Por Benedict Carey, do The New York Times. Tradutor: George El Khouri Andolfato 
dr. Robert L. Spitzer (Foto: Divulgação)
Dr. Robert L. Spitzer (Foto: Divulgação)

O fato foi simplesmente que ele fez tudo errado, e ao final de uma longa e revolucionária carreira, não importava com quanta frequência estivesse certo, o quão poderoso tinha sido ou o que isso significaria para seu legado.


O dr. Robert L. Spitzer, considerado por alguns como o pai da psiquiatria moderna, que completa 80 anos nesta semana, acordou recentemente às 4 horas da madrugada ciente de que tinha que fazer algo que não é natural para ele.

Ele se esforçou e andou cambaleando no escuro. Sua mesa parecia impossivelmente distante; Spitzer sofre de mal de Parkinson e tem dificuldade para caminhar, se sentar e até mesmo manter sua cabeça ereta.

A palavra que ele às vezes usa para descrever essas limitações –patéticas– é a mesma que empregou por décadas como um machado, para atacar ideias tolas, teorias vazias e estudos sem valor.

Agora, ali estava ele diante de seu computador, pronto para se retratar de um estudo que realizou, uma investigação mal concebida de 2003 que apoiava o uso da chamada terapia reparativa para “cura” da homossexualidade, voltada para pessoas fortemente motivadas a mudar.

O que dizer? A questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo estava sacudindo novamente a política nacional. O Legislativo da Califórnia estava debatendo um projeto de lei proibindo a terapia como sendo perigosa. Um jornalista de revista que se submeteu à terapia na adolescência, o visitou recentemente em sua casa, para explicar quão miseravelmente desorientadora foi a experiência.

E ele soube posteriormente que um relatório da Organização Mundial de Saúde, divulgado na quinta-feira (17), considera a terapia “uma séria ameaça à saúde e bem-estar –até mesmo à vida– das pessoas afetadas”.

Os dedos de Spitzer tremiam sobre as teclas, não confiáveis, como se sufocassem com as palavras. E então estava feito: uma breve carta a ser publicada neste mês, na mesma revista onde o estudo original apareceu.

“Eu acredito que devo desculpas à comunidade gay”, conclui o texto.

Perturbador da paz

A ideia de estudar a terapia reparadora foi toda de Spitzer, dizem aqueles que o conhecem, um esforço de uma ortodoxia que ele mesmo ajudou a estabelecer.

No final dos anos 90 como hoje, o establishment psiquiátrico considerava a terapia sem valor. Poucos terapeutas consideravam a homossexualidade uma desordem.

Nem sempre foi assim. Até os anos 70, o manual de diagnóstico do campo classificava a homossexualidade como uma doença, a chamando de “transtorno de personalidade sociopática”. Muitos terapeutas ofereciam tratamento, incluindo os analistas freudianos que dominavam o campo na época.

Ativistas LGBTs fizeram objeção furiosamente e, em 1970, um ano após os protestos de Stonewall para impedir as batidas policiais em um bar de Nova York, um grupo de manifestantes dos direitos LGBT confrontou um encontro de terapeutas comportamentais em Nova York para discutir o assunto. O encontro foi encerrado, mas não antes de um jovem professor da Universidade de Columbia sentar-se com os manifestantes para ouvir seus argumentos.

“Eu sempre fui atraído por controvérsia e o que eu ouvi fazia sentido”, disse Spitzer, em uma entrevista em sua casa na semana passada. “E eu comecei a pensar, bem, se é uma desordem mental, então o que a faz assim?”

Ele comparou a homossexualidade com outras condições definidas como transtornos, tais como depressão e dependência de álcool, e viu imediatamente que as últimas causavam angústia acentuada e dano, enquanto a homossexualidade frequentemente não.

Ele também viu uma oportunidade de fazer algo a respeito. Spitzer era na época membro de um comitê da Associação Americana de Psiquiatria, que estava ajudando a atualizar o manual de diagnóstico da área, e organizou prontamente um simpósio para discutir o lugar da homossexualidade.

A iniciativa provocou uma série de debates amargos, colocando Spitzer contra dois importantes psiquiatras influentes que não cediam. No final, a associação psiquiátrica ficou ao lado de Spitzer em 1973, decidindo remover a homossexualidade de seu manual e substituí-la pela alternativa dele, “transtorno de orientação sexual”, para identificar as pessoas cuja orientação sexual, lésbica, gay, bissexual, travesti, transexual ou hétero, lhes causava angústia.

Apesar da linguagem arcana, a homossexualidade não era mais um “transtorno”. Spitzer conseguiu um avanço nos direitos civis em tempo recorde.

“Eu não diria que Robert Spitzer se tornou um nome popular entre o movimento LGBT mais amplo, mas a retirada da homossexualidade foi amplamente celebrada como uma vitória”, disse Ronald Bayer, do Centro para História e Ética da Saúde Pública, em Columbia. “‘Não Mais Doente’ foi a manchete em alguns jornais gays.”

Em parte como resultado, Spitzer se encarregou da tarefa de atualizar o manual de diagnóstico. Juntamente com uma colega, a dra. Janet Williams, atualmente sua esposa, ele deu início ao trabalho. A um ponto ainda não amplamente apreciado, seu pensamento sobre essa única questão –a homossexualidade– provocou uma reconsideração mais ampla sobre o que é doença mental, sobre onde traçar a linha entre normal e não.

O novo manual, um calhamaço de 567 páginas lançado em 1980, se transformou em um best seller improvável, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior. Ele estabeleceu instantaneamente o padrão para futuros manuais psiquiátricos e elevou seu principal arquiteto, então próximo dos 50 anos, ao pináculo de seu campo.

Ele era o protetor do livro, parte diretor, parte embaixador e parte clérigo intratável, rosnando ao telefone para cientistas, jornalistas e autores de políticas que considerava equivocados. Ele assumiu o papel como se tivesse nascido para ele, disseram colegas, ajudando a trazer ordem para um canto historicamente caótico da ciência.

Mas o poder tem seu próprio tipo de confinamento. Spitzer ainda podia perturbar a paz, mas não mais pelos flancos, como um rebelde. Agora ele era o establishment. E no final dos anos 90, disseram amigos, ele permanecia tão inquieto como sempre, ávido em contestar as suposições comuns.

Foi quando se deparou com outro grupo de manifestantes, no encontro anual da associação psiquiátrica em 1999: os autodescritos ex-gays. Como os manifestantes LGBTs em 1973, eles também se sentiam ultrajados por a psiquiatria estar negando a experiência deles –e qualquer terapia que pudesse ajudar.

A terapia reparativa
A terapia reparativa, às vezes chamada de terapia de “conversão” ou “reorientação sexual”, é enraizada na ideia de Freud de que as pessoas nascem bissexuais e podem se mover ao longo de um contínuo de um extremo ao outro. Alguns terapeutas nunca abandonaram a teoria e um dos principais rivais de Spitzer no debate de 1973, o dr. Charles W. Socarides, fundou uma organização chamada Associação Nacional para Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (Narth, na sigla em inglês), no sul da Califórnia, para promovê-la.

Em 1998, a Narth formou alianças com grupos de defesa socialmente conservadores e juntos eles iniciaram uma campanha agressiva, publicando anúncios de página inteira em grandes jornais para divulgar histórias de sucesso.

“Pessoas com uma visão de mundo compartilhada basicamente se uniram e criaram seu próprio grupo de especialistas, para oferecer visões alternativas de políticas”, disse o dr. Jack Drescher, psiquiatra em Nova York e coeditor de “Ex-Gay Research: Analyzing the Spitzer Study and Its Relation to Science, Religion, Politics, and Culture”.

Para Spitzer, a pergunta científica no mínimo valia a pena ser feita: qual era o efeito da terapia, se é que havia algum? Estudos anteriores tinham sido tendenciosos e inconclusivos.

“As pessoas me diziam na época: ‘Bob, você vai arruinar sua carreira, não faça isso’”, disse Spitzer. “Mas eu não me sentia vulnerável.”

Ele recrutou 200 homens e mulheres, dos centros que realizavam a terapia, incluindo o Exodus International, com sede na Flórida, e da Narth. Ele entrevistou cada um profundamente por telefone, perguntando sobre seus impulsos sexuais, sentimentos, comportamentos antes e depois da terapia, classificando as respostas em uma escala.

Spitzer então comparou os resultados de seu questionário, antes e depois da terapia. “A maioria dos participantes relatou mudança de uma orientação predominante ou exclusivamente homossexual antes da terapia, para uma orientação predominante ou exclusivamente heterossexual no ano passado”, concluiu seu estudo.

O estudo –apresentado em um encontro de psiquiatria em 2001, antes da publicação– tornou-se imediatamente uma sensação e grupos de ex-gays o apontaram como evidência sólida de seu caso. Afinal aquele era Spitzer, o homem que sozinho removeu a homossexualidade do manual de transtornos mentais. Ninguém poderia acusá-lo de tendencioso.

Mas líderes LGBTs o acusaram de traição e tinham suas razões.

O estudo apresentava problemas sérios. Ele se baseava no que as pessoas se lembravam de sentir anos antes –uma lembrança às vezes vaga. Ele incluía alguns defensores ex-gays, que eram politicamente ativos. E não testava uma terapia em particular; apenas metade dos participantes se tratou com terapeutas, enquanto outros trabalharam com conselheiros pastorais ou em grupos independentes de estudos da Bíblia.

Vários colegas tentaram impedir o estudo e pediram para que ele não o publicasse, disse Spitzer.

Mas altamente empenhado após todo o trabalho, ele recorreu a um amigo e ex-colaborador, o dr. Kenneth J. Zucker, psicólogo-chefe do Centro para Vício e Saúde Mental, em Toronto, e editor do “Archives of Sexual Behavior”, outra revista influente.

“Eu conhecia o Bob e a qualidade do seu trabalho, e concordei em publicá-lo”, disse Zucker em uma entrevista na semana passada.

O artigo não passou pelo habitual processo de revisão por pares, no qual especialistas anônimos avaliam o artigo antes da publicação.

“Mas eu lhe disse que o faria apenas se também publicasse os comentários” de resposta de outros cientistas para acompanhar o estudo, disse Zucker.

Esses comentários, com poucas exceções, foram impiedosos. Um citou o Código de Nuremberg de ética para condenar o estudo não apenas como falho, mas também moralmente errado.

“Nós tememos as repercussões desse estudo, incluindo o aumento do sofrimento, do preconceito e da discriminação”, concluiu um grupo de 15 pesquisadores do Instituto Psiquiátrico do Estado de Nova York, do qual Spitzer era afiliado.

Spitzer não deixou implícito no estudo que ser homossexual era uma opção, ou que era possível para qualquer um que quisesse mudar fazê-lo com terapia. Mas isso não impediu grupos socialmente conservadores de citarem o estudo em apoio a esses pontos, segundo Wayne Besen, diretor executivo da Truth Wins Out, uma organização sem fins lucrativos que combate o preconceito contra LGBTs.

Em uma ocasião, um político da Finlândia apresentou o estudo no Parlamento para argumentar contra as uniões civis, segundo Drescher.

“Precisa ser dito que quando este estudo foi mal utilizado para fins políticos, para dizer que os gays deviam ser curados –como ocorreu muitas vezes. Bob respondia imediatamente, para corrigir as percepções equivocadas”, disse Drescher, que é gay.

Mas Spitzer não conseguiu controlar a forma como seu estudo era interpretado por cada um e não conseguiu apagar o maior erro científico de todos, claramente atacado em muitos dos comentários: simplesmente perguntar para as pessoas se elas mudaram não é evidência de mudança real. As pessoas mentem, para si mesmas e para os outros. Elas mudam continuamente suas histórias, para atender suas necessidades e humores.

Resumindo, segundo quase qualquer medição, o estudo fracassou no teste do rigor científico que o próprio Spitzer foi tão importante em exigir por muitos anos.

“Ao ler esses comentários, eu sabia que era um problema, um grande problema, e um que eu não podia responder”, disse Spitzer. “Como você sabe que alguém realmente mudou?”

Reconhecimento
Foram necessários 11 anos para ele reconhecer publicamente.

Inicialmente ele se agarrou à ideia de que o estudo era exploratório, uma tentativa de levar os cientistas a pensarem duas vezes antes de descartar uma terapia de cara. Então ele se refugiou na posição de que o estudo se concentrava menos na eficácia da terapia e mais em como as pessoas tratadas com ele descreviam mudanças na orientação sexual.

“Não é um pergunta muito interessante”, ele disse. “Mas por muito tempo eu pensei que talvez não tivesse que enfrentar o problema maior, sobre a medição da mudança.”

Após se aposentar em 2003, ele permaneceu ativo em muitas frentes, mas o estudo da terapia reparativa permaneceu um elemento importante das guerras culturais e um arrependimento pessoal que não o deixava em paz. Os sintomas de Parkinson pioraram no ano passado, o esgotando física e mentalmente, tornando ainda mais difícil para ele lutar contra as dores do remorso.

E, em um dia em março, Spitzer recebeu um visitante. Gabriel Arana, um jornalista da revista “The American Prospect”, entrevistou Spitzer sobre o estudo sobre terapia reparativa. Aquela não era uma entrevista qualquer; Arana se submeteu à terapia reparativa na adolescência e o terapeuta dele recrutou o jovem para o estudo de Spitzer (Arana não participou).

“Eu perguntei a ele sobre todos os seus críticos e ele disse: ‘Eu acho que eles estão certos’”, disse Arana, que escreveu sobre suas próprias experiências no mês passado. Arana disse que a terapia reparativa acabou adiando sua autoaceitação e lhe induziu a pensamentos de suicídio. “Mas na época que fui recrutado para o estudo de Spitzer, eu era considerado uma história de sucesso. Eu teria dito que estava fazendo progressos.”

Aquilo foi o que faltava. O estudo que na época parecia uma mera nota de rodapé em uma grande vida estava se transformando em um capítulo. E precisava de um final apropriado –uma forte correção, diretamente por seu autor, não por um jornalista ou colega.

Um esboço da carta já vazou online e foi divulgado.

“Você sabe, é o único arrependimento que tenho; o único profissional”, disse Spitzer sobre o estudo, perto do final de uma longa entrevista. “E eu acho que, na história da psiquiatria, eu não creio que tenha visto um cientista escrever uma carta dizendo que os dados estavam lá, mas foram interpretados erroneamente. Que tenha admitido isso e pedido desculpas aos seus leitores.”

Ele desviou o olhar e então voltou de novo, com seus olhos grandes cheios de emoção. “Isso é alguma coisa, você não acha?”
Fonte: http://mundo.gay1.com.br/2012/05/famoso-psiquiatra-pede-desculpas-por.html

CONSELHO DE MEDICINA SE DIZ CONTRA CURA DE GAYS


O Conselho Federal de Medicina (CFM), maior e mais importante órgão da área no Brasil, divulgou na semana passada uma nota oficial condenando veementemente o projeto que tenta autorizar que psicólogos “curem” pacientes homossexuais. Na nota, o CFM diz que se trata de uma tentativa de patologização (tornar doença) da homossexualidade.

Na mensagem assinada pelo conselheiro relator do Conselho, José Hiran da Silva Gallo, o CFM reforça que o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 234/2011, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), “se trata de uma tentativa de legalizar a patologização da homossexualidade”.

“A posição do Conselho Federal de Medicina está claramente colocada desde 1985, quando retirou a homossexualidade da condição de desvio sexual; nestas condições acompanha a posição da Assembleia Mundial da Saúde expressa em 1990, bem como a manifestação da Organização Pan-Americana, em 2012, que veio a público se manifestar contra ‘Curas para uma doença que não existe’.”

Após 37 anos, organização de 'cura gay' encerra suas atividades

 A organização Exodus International, a maior do mundo dedicada à "cura gay", está encerrando suas atividades após 37 anos


Em uma carta à comunidade homossexual, bissexual e transexual, o líder da entidade missionária, Alan Chambers (foto acima), pediu "desculpas pela dor e pelo sofrimento" que ele e a organização causaram a muitas pessoas. Chambers admitiu ser gay:

"Vários anos atrás eu, de forma conveniente, omiti minha atração pelo mesmo sexo. Eu tinha medo de dividir isso. Hoje, entretanto, aceito esse sentimento como parte da minha vida", escreveu ele, de acordo com trecho da carta publicada pelo site "Gawker".
Chambers disse que a organização cristã que lidera terá uma outra diretriz a partir de agora.
Na contramão, esta semana, no Brasil, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que determina o fim da proibição, pelo Conselho Federal de Psicologia, de tratamentos que se propõem a reverter a homossexualidade. A questão foi apresentada pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da comissão.
Foto: Divulgação 

quinta-feira, março 21, 2013

Nova página, recomeçando a luta!!!!





Nossa antiga página pode ter sido excluída por conta da mudança de usuários, mas peço que ajudem a nossa Comunidade a se comunicar, estavamos com cerca de 18.000 pessoas curtindo e ajudando a divulgar a página e hoje precisamos recomeçar...
Curtam, compartilhem, façam da página um sucesso novamente, para que possamos seguir com a divulgação de nosso mundo mais que normal, mas que precisa tanto de um espaço para se manifestar...



Desde já agradeço imensamente a todos...

Beijos,
Roger Angeli

quinta-feira, março 07, 2013

Desabafo pela vulgaridade com os DIREITOS HUMANOS E DAS MINORIAS

Prestem muita atenção nesse rosto: Esse é Marco Feliciano, vulgo Pastor, arrebanhando multidões com suas violações ignorantes e pérolas asnas de preconceito... Ele foi eleito Presidente do Conselho de Direitos Humanos e MINORIAS (o que mais me assusta), pelo Congresso. Esse senhor ainda é Deputado, eleito pelo povo, que acreditou em suas belas palavras, olhos e cara de bom moço.
Um ignorante que disse tratar com igualdade todos gays e negros como "pessoas normais", que disse de uma descendência amaldiçoada dos africanos e que tem a cara de pau de dizer que "A podridão dos sentimentos homoafetivos levam ao ódio, ao crime e à rejeição"... não sei se merece nem esse post de repulsa como consideração, que dirá a alcunha de chefe de tamanha responsabilidade social.
Toda essa bandalheira de entrada de pessoas ignorantes e inescupulosas em cargos públicos no Brasil já é de domínio público e, infelizmente, é esquecido pelo povo. Mas chegar ao ponto de colocar como Presidente de Conselho de Direitos Humanos um ser incapaz de colocar humanidade e igualdade na mesma balança, que consegue soltar mais asneiras do que o possível, mas não por falta de conhecimento, mas sim por ignorância adquirida... isso é digno de pena, por todos nós... espero mesmo que haja muita coisa revelada, para mostrar as verdadeiras faces desses energúmenos.
O Brasil precisa é Acordar!!!!!!!!!!!!!! URGENTEMENTE!

Roger Angeli, professor de 26 anos e militante da vida e da igualdade de Direitos.

sábado, janeiro 12, 2013

Cai nos EUA crença de que homossexualidade é pecado, diz pesquisa.


Pesquisa feita pela Nashville LifeWay Research em novembro de 2012 revelou que 37% dos norte-americanos acreditam que a homossexualidade é pecado, havendo em relação a 2011 a significativa queda de sete pontos percentuais.


A LifeWay é uma organização religiosa sem fins lucrativos. A sua pesquisa teve como base entrevistas com 1.191 pessoas. 

Na avaliação de Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research, os entrevistados devem ter sido influenciados em parte pelas declarações favoráveis à união de homossexuais feitas pelo presidente Barack Obama durante a campanha eleitoral, em 2012.

Os artistas que têm assumido a homossexualidade em público com maior frequência também está mudando a percepção dos americanos, disse Stetzer.

O fato é que, no entendimento dele, é que está havendo uma mudança “real e substantiva” nos valores culturais do país. O surpreendente, segundo Stetzer, é que isso tem ocorrido com grande velocidade. 

Para ele, essa mudança cultural levanta uma nova questão: “Como a América vai lidar com a minoria [que condena a homossexualidade] de evangélicos, católicos, mórmons e muçulmanos?” 

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Danilo Gentili e Jean Wyllys discutem no Twitter por conta de declarações sobre crimes contra gays


“E esse dado da Ong Gay aí que ’1 gay é morto a cada 26 hs’? 140 heteros são mortos a cada 24 hs. Alguém aí come meu c* hj? Só por segurança”, disse o humorista.
O deputado federal e um dos defensores mais ferrenhos da causa gay no país, Jean Wyllys, não gostou do comentário de Danilo Gentili e o retrucou, também em sua página na rede social.
“Viram que ’pérola’? E me dói imaginar que corações e mentes de muitos jovens estão entregues apenas a esses ’papas’ do humor no Brasil”, disparou.
Danilo Gentili não se intimidou com os comentários do ex-BBB e decidiu rebater a crítica.
“O @jeanwyllys_real já reparou que nunca te enchi o saco pelos milhares de BOSTA q eu acho que vc fala? Pq acho q tem o direito de dize-las. Então faz assim @jeanwyllys_real vai falar suas BOSTAS em paz pra lá e eu falo as minhas em paz aqui. Xispa. Xô xô...passa... passa.... Aí tem @jeanwyllys_real , EX-BBB e DEPUTADO, ou seja, as duas coisas mais indignas no Brasil, querendo pagar de moral. Fala sozinho aí, vai”, disse, causando espanto em muitos seguidores.
Gentili não se deu por satisfeito e falou mais ainda: "Aí tem @jeanwyllys_real , EX-BBB e DEPUTADO, ou seja, as duas coisas mais indignas no Brasil, querendo pagar de moral. Fala sozinho aí, vai. E digo mais, vou sair e tomar um café. Se eu voltar e o EX-BBB @jeanwyllys_real tiver enchendo o saco ainda vou jogar uma buceta nele".
Por fim, Jean Wyllys respondeu: “E sabem o que acho interessante: é ver o papa do humor (?!) se estrebuchando de mau-humor quando questionado e contrariado. O humor (?!) que eu ouvia na 4ª série do Ensino Fundamental - aquele que fala em "cu", "buceta", "viado" - já me entediava naquela época...“.