quinta-feira, março 21, 2013

Nova página, recomeçando a luta!!!!





Nossa antiga página pode ter sido excluída por conta da mudança de usuários, mas peço que ajudem a nossa Comunidade a se comunicar, estavamos com cerca de 18.000 pessoas curtindo e ajudando a divulgar a página e hoje precisamos recomeçar...
Curtam, compartilhem, façam da página um sucesso novamente, para que possamos seguir com a divulgação de nosso mundo mais que normal, mas que precisa tanto de um espaço para se manifestar...



Desde já agradeço imensamente a todos...

Beijos,
Roger Angeli

quinta-feira, março 07, 2013

Desabafo pela vulgaridade com os DIREITOS HUMANOS E DAS MINORIAS

Prestem muita atenção nesse rosto: Esse é Marco Feliciano, vulgo Pastor, arrebanhando multidões com suas violações ignorantes e pérolas asnas de preconceito... Ele foi eleito Presidente do Conselho de Direitos Humanos e MINORIAS (o que mais me assusta), pelo Congresso. Esse senhor ainda é Deputado, eleito pelo povo, que acreditou em suas belas palavras, olhos e cara de bom moço.
Um ignorante que disse tratar com igualdade todos gays e negros como "pessoas normais", que disse de uma descendência amaldiçoada dos africanos e que tem a cara de pau de dizer que "A podridão dos sentimentos homoafetivos levam ao ódio, ao crime e à rejeição"... não sei se merece nem esse post de repulsa como consideração, que dirá a alcunha de chefe de tamanha responsabilidade social.
Toda essa bandalheira de entrada de pessoas ignorantes e inescupulosas em cargos públicos no Brasil já é de domínio público e, infelizmente, é esquecido pelo povo. Mas chegar ao ponto de colocar como Presidente de Conselho de Direitos Humanos um ser incapaz de colocar humanidade e igualdade na mesma balança, que consegue soltar mais asneiras do que o possível, mas não por falta de conhecimento, mas sim por ignorância adquirida... isso é digno de pena, por todos nós... espero mesmo que haja muita coisa revelada, para mostrar as verdadeiras faces desses energúmenos.
O Brasil precisa é Acordar!!!!!!!!!!!!!! URGENTEMENTE!

Roger Angeli, professor de 26 anos e militante da vida e da igualdade de Direitos.

sábado, janeiro 12, 2013

Cai nos EUA crença de que homossexualidade é pecado, diz pesquisa.


Pesquisa feita pela Nashville LifeWay Research em novembro de 2012 revelou que 37% dos norte-americanos acreditam que a homossexualidade é pecado, havendo em relação a 2011 a significativa queda de sete pontos percentuais.


A LifeWay é uma organização religiosa sem fins lucrativos. A sua pesquisa teve como base entrevistas com 1.191 pessoas. 

Na avaliação de Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research, os entrevistados devem ter sido influenciados em parte pelas declarações favoráveis à união de homossexuais feitas pelo presidente Barack Obama durante a campanha eleitoral, em 2012.

Os artistas que têm assumido a homossexualidade em público com maior frequência também está mudando a percepção dos americanos, disse Stetzer.

O fato é que, no entendimento dele, é que está havendo uma mudança “real e substantiva” nos valores culturais do país. O surpreendente, segundo Stetzer, é que isso tem ocorrido com grande velocidade. 

Para ele, essa mudança cultural levanta uma nova questão: “Como a América vai lidar com a minoria [que condena a homossexualidade] de evangélicos, católicos, mórmons e muçulmanos?” 

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Danilo Gentili e Jean Wyllys discutem no Twitter por conta de declarações sobre crimes contra gays


“E esse dado da Ong Gay aí que ’1 gay é morto a cada 26 hs’? 140 heteros são mortos a cada 24 hs. Alguém aí come meu c* hj? Só por segurança”, disse o humorista.
O deputado federal e um dos defensores mais ferrenhos da causa gay no país, Jean Wyllys, não gostou do comentário de Danilo Gentili e o retrucou, também em sua página na rede social.
“Viram que ’pérola’? E me dói imaginar que corações e mentes de muitos jovens estão entregues apenas a esses ’papas’ do humor no Brasil”, disparou.
Danilo Gentili não se intimidou com os comentários do ex-BBB e decidiu rebater a crítica.
“O @jeanwyllys_real já reparou que nunca te enchi o saco pelos milhares de BOSTA q eu acho que vc fala? Pq acho q tem o direito de dize-las. Então faz assim @jeanwyllys_real vai falar suas BOSTAS em paz pra lá e eu falo as minhas em paz aqui. Xispa. Xô xô...passa... passa.... Aí tem @jeanwyllys_real , EX-BBB e DEPUTADO, ou seja, as duas coisas mais indignas no Brasil, querendo pagar de moral. Fala sozinho aí, vai”, disse, causando espanto em muitos seguidores.
Gentili não se deu por satisfeito e falou mais ainda: "Aí tem @jeanwyllys_real , EX-BBB e DEPUTADO, ou seja, as duas coisas mais indignas no Brasil, querendo pagar de moral. Fala sozinho aí, vai. E digo mais, vou sair e tomar um café. Se eu voltar e o EX-BBB @jeanwyllys_real tiver enchendo o saco ainda vou jogar uma buceta nele".
Por fim, Jean Wyllys respondeu: “E sabem o que acho interessante: é ver o papa do humor (?!) se estrebuchando de mau-humor quando questionado e contrariado. O humor (?!) que eu ouvia na 4ª série do Ensino Fundamental - aquele que fala em "cu", "buceta", "viado" - já me entediava naquela época...“. 



quarta-feira, novembro 21, 2012

Veja que lixo! - Por Jean Wyllys.

Disse que escreveria algo sobre o assunto, mas o Deputado Jean Wyllys, um dos grandes defensores dentro da "Democracia" Brasileira dos direitos LGBTs, o fez em bom tom e com categoria, resolvi compartilhar o texto publicado em seu site,com link logo abaixo, como forma de protesto contra a divulgação, no mínimo ridícula, na revista VEJA.
Aproveitem a leitura e criem o senso de indignação capaz de levar a luta! - Roger Angeli, 26 anos, Professor de Língua Portuguesa e Língua Inglesa e Gay... 


Eu havia prometido não responder à coluna do ex-diretor de redação de Veja, José Roberto Guzzo, para não ampliar a voz dos imbecis. Mas foram tantos os pedidos, tão sinceros, tão sentidos, que eu dominei meu asco e decidi responder.
A coluna publicada na edição desta semana do libelo da editora Abril — e que trata sobre o relacionamento dele com uma cabra e sua rejeição ao espinafre, e usa esses exemplos de sua vida pessoal como desculpa para injuriar os homossexuais — é um monumento à ignorância, ao mau gosto e ao preconceito.
Logo no início, Guzzo usa o termo “homossexualismo” e se refere à nossa orientação sexual como “estilo de vida gay”. Com relação ao primeiro, é necessário esclarecer que as orientações sexuais (seja você hétero, lésbica, gay ou bi) não são tendências ideológicas ou políticas nem doenças, de modo que não tem “ismo” nenhum. São orientações da sexualidade, por isso se fala em “homossexualidade”, “heterossexualidade” e “bissexualidade”. Não é uma opção, como alguns acreditam por falta de informação: ninguém escolhe ser homo, hétero ou bi.
O uso do sufixo “ismo”, por Guzzo, é, portanto, proposital: os homofóbicos o empregam para associar a homossexualidade à ideia de algo que pode passar de uns a outros – “contagioso” como uma doença – ou para reforçar o equívoco de que se trata de uma “opção” de vida ou de pensamento da qual se pode fazer proselitismo.
Não se trata de burrice da parte do colunista portanto, mas de má fé. Se fosse só burrice, bastaria informar a Guzzo que a orientação sexual é constitutiva da subjetividade de cada um/a e que esta não muda (Gosta-se de homem ou de mulher desde sempre e se continua gostando); e que não há um “estilo de vida gay” da mesma maneira que não há um “estilo de vida hétero”.
A má fé conjugada de desonestidade intelectual não permitiu ao colunista sequer ponderar que heterossexuais e homossexuais partilham alguns estilos de vida que nada têm a ver com suas orientações sexuais! Aliás, esse deslize lógico só não é mais constrangedor do que sua afirmação de que não se pode falar em comunidade gay e que o movimento gay não existe porque os homossexuais são distintos. E o movimento negro? E o movimento de mulheres? Todos os negros e todas as mulheres são iguais, fabricados em série?
A comunidade LGBT existe em sua dispersão, composta de indivíduos que são diferentes entre si, que têm diferentes caracteres físicos, estilos de vida, ideias, convicções religiosas ou políticas, ocupações, profissões, aspirações na vida, times de futebol e preferências artísticas, mas que partilham um sentimento de pertencer a um grupo cuja base de identificação é ser vítima da injúria, da difamação e da negação de direitos! Negar que haja uma comunidade LGBT é ignorar os fatos ou a inscrição das relações afetivas, culturais, econômicas e políticas dos LGBTs nas topografias das cidades. Mesmo com nossas diferenças, partilhamos um sentimento de identificação que se materializa em espaços e representações comuns a todos. E é desse sentimento que nasce, em muitos (mas não em todas e todos, infelizmente) a vontade de agir politicamente em nome do coletivo; é dele que nasce o movimento LGBT. O movimento negro — também oriundo de uma comunidade dispersa que, ao mesmo tempo, partilha um sentimento de pertença — existe pela mesma razão que o movimento LGBT: porque há preconceitos a serem derrubados, injustiças e violências específicas contra as quais lutar e direitos a conquistar.
A luta do movimento LGBT pelo casamento civil igualitário é semelhante à que os negros tiveram que travar nos EUA para derrubar a interdição do casamento interracial, proibido até meados do século XX. E essa proibição era justificada com argumentos muito semelhantes aos que Guzzo usa contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Afirma o colunista de Veja que nós os e as homossexuais queremos “ser tratados como uma categoria diferente de cidadãos, merecedora de mais e mais direitos”, e pouco depois ele coloca como exemplo a luta pelo casamento civil igualitário. Ora, quando nós, gays e lésbicas, lutamos pelo direito ao casamento civil, o que estamos reclamando é, justamente, não sermos mais tratados como uma categoria diferente de cidadãos, mas igual aos outros cidadãos e cidadãs, com os mesmos direitos, nem mais nem menos. É tão simples! Guzzo diz que “o casamento, por lei, é a união entre um homem e uma mulher; não pode ser outra coisa”. Ora, mas é a lei que queremos mudar! Por lei, a escravidão de negros foi legal e o voto feminino foi proibido. Mas, felizmente, a sociedade avança e as leis mudam. O casamento entre pessoas do mesmo sexo já é legal em muitos países onde antes não era. E vamos conquistar também no Brasil!
Os argumentos de Guzzo contra o casamento igualitário seriam uma confissão pública de estupidez se não fosse uma peça de má fé e desonestidade intelectual a serviço do reacionarismo da revista. Ele afirma: “Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar”. Eu não sei que tipo de relação estável o senhor Guzzo tem com a sua cabra, mas duvido que alguém possa ter, com uma cabra, o tipo de relação que é possível ter com um cabra — como Riobaldo, o cabra macho que se apaixonou por Diadorim, que ele julgava ser um homem, no romance monumental de Guimarães Rosa. O que ele, Guzzo, chama de “relacionamento” com sua cabra é uma fantasia, pois falta o intersubjetivo, a reciprocidade que, no amor e no sexo, só é possível com outro ser humano adulto: duvido que a cabra dele entenda o que ele porventura faz com ela como um “relacionamento”.
Guzzo também argumenta que “se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for”. Bom, nós, os gays e lésbicas, somos como o espinafre ou como as cabras. Esse é o nível do debate que a Veja propõe aos seus leitores.
Não, senhor Guzzo, a lei não pode obrigar ninguém a “gostar” de gays, lésbicas, negros, judeus, nordestinos, travestis, imigrantes ou cristãos. E ninguém propõe que essa obrigação exista. Pode-se gostar ou não gostar de quem quiser na sua intimidade (De cabra, inclusive, caro Guzzo, por mais estranho que seu gosto me pareça!). Mas não se pode injuriar, ofender, agredir, exercer violência, privar de direitos. É disso que se trata.
O colunista, em sua desonestidade intelectual, também apela para uma comparação descabida: “Pelos últimos números disponíveis, entre 250 e 300 homossexuais foram assassinados em 2010 no Brasil. Mas, num país onde se cometem 50000 homicídios por ano, parece claro que o problema não é a violência contra os gays; é a violência contra todos”. O que Guzzo não diz, de propósito (porque se trata de enganar os incautos), é que esses 300 homossexuais foram assassinados por sua orientação sexual! Essas estatísticas não incluem os gays mortos em assaltos, tiroteios, sequestros, acidentes de carro ou pela violência do tráfico, das milícias ou da polícia.
As estatísticas se referem aos LGBTs assassinados exclusivamente por conta de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero! Negar isso é o mesmo que negar a violência racista que só se abate sobre pessoas de pele preta, como as humilhações em operações policiais, os “convites” a se dirigirem a elevadores de serviço e as mortes em “autos de resistência”.
Qual seria a reação de todas e todos nós se Veja tivesse publicado uma coluna em que comparasse negros e negras com cabras e judeus com espinafre? Eu não espero pelo dia em que os homens e mulheres  concordem, mas tenho esperança de que esteja cada vez mais perto o dia em que as pessoas lerão colunas como a de Guzzo e dirão “veja que lixo!”.
Jean Wyllys
Deputado Federal (PSOL-RJ)


Fonte: http://jeanwyllys.com.br/wp/veja-que-lixo

domingo, outubro 14, 2012

Música cantada por católicos dos EUA em apoio a classe LGBT

Vídeo e texto enviado por Gisele de Marie, pela page no Facebook...
Ispiradora e ao mesmo tempo poderia ser acatada por muito, como forma de vencer o MEDO...

Nos EUA católicos que pregam o amor ao próximo cantam em apoio aos/às homoafetivos/as e ao casamento igualitário. Emocionante! 
Já está acontecendo sisters and brothers!!!


 

Musica: FOR ALL THE CHILDREN by David Lohman, VAMOS CANTAR JUNTAS/OS ?

God, we gather as your people, to rise our song above, and we dare to claim the promise of Your Love!
Though the day may not yet be here We trust it soon will be when your children will be free

O, may our hearts and minds be opened,
fling the church doors open wide.
May there be room enough for everyone inside.
For in God there is a welcome,
in God we all belong;
may that welcome be our song

Oh, we sing for all the children, that one day they be free, and we sing for generations yet to be! That they never have a reason to doubt that they are blest may day in your love find rest

O, may our hearts and minds be opened,
fling the church doors open wide.
May there be room enough for everyone inside.
For in God there is a welcome,
in God we all belong;
may that welcome be our song

Oh, we pray for all the young lives cut short be fear and shame, so afraid of who they are and whom they love! May the message now be banished that your love is for the few, may their faith in you renew

O, may our hearts and minds be opened,
fling the church doors open wide.
May there be room enough for everyone inside.
For in God there is a welcome,
in God we all belong;
may that welcome be our song

God, we’re working for the future when children far and wide can live their lives with dignity and pride! As they grow in strength an stature may they join us hand in hand as against all hate we stand!

O, may our hearts and minds be opened,
fling the church doors open wide.
May there be room enough for everyone inside.
For in God there is a welcome,
in God we all belong;
may that welcome be our song


Deus, nos reunimos como o seu povo, para elevar a nossa canção, e ousamos reivindicar a promessa de seu amor! Embora este dia ainda não esteja aqui, nós confiamos que em breve vai estar, quando seus filhos estarão livres!

Ref: Oh, que nossos corações e mentes se abram, escancarem as portas da igreja! Que nela haja espaço suficiente para todos, pois em Deus todos são aceitos e recepcionados, a Deus todos nós pertencemos e todos são bem-vindos a nossa canção!

Oh, nós cantamos por todas as crianças, para que um dia elas sejam livres e cantamos para que as gerações ainda o sejam! Que eles nunca tenham uma razão para duvidar de que são bem-aventurados, e que em seu amor encontrarão descanso!

Ref: Oh, que nossos corações e mentes se abram, escancarem as portas da igreja! Que nela haja espaço suficiente para todos, pois em Deus todos são aceitos e recepcionados, a Deus todos nós pertencemos e todos são bem-vindos a nossa canção!

Oh, nós oramos por todos as jovens vidas encurtadas no medo e vergonha, tanto medo de quem são e de quem amam! Que seja agora banida a mensagem de que seu amor é para poucos , e que sua fé em você se renove!

Ref: Oh, que nossos corações e mentes se abram, escancarem as portas da igreja! Que nela haja espaço suficiente para todos, pois em Deus todos são aceitos e recepcionados, a Deus todos nós pertencemos e todos são bem-vindos a nossa canção!

Deus, estamos trabalhando para o futuro, quando as crianças amplas e grandes poderão viver suas vidas com dignidade e orgulho! À medida que cresçam em força e em estatura que eles possam se juntar a nós de mãos dadas contra todo o ódio que suportamos!

Ref: Oh, que nossos corações e mentes se abram, escancarem asportas da igreja! Que nela haja espaço suficiente para todos, pois em Deus todos são aceitos e recepcionados, a Deus todos nós pertencemos e todos são bem-vindos a nossa canção!

http://www.youtube.com/watch?v=3wLQ63LMC-A

Jovem morre, depois de ser esfaqueado por garçom que foi chamado de "bebê"

Guilherme Arthur, 20 anos, lanchava em um quiosque no último fim de semana no Cruzeiro Novo, DF, quando foi esfaqueado por um funcionário do estabelecimento.
Laécio Ribeiro de Oliveira, 18 anos, atacou o cliente após ser chamado de bebê. Ele teria se irritado depois de ouvir comentários dos colegas de trabalho.

De acordo com testemunhas, a vítima ainda teria saído do quiosque após perceber que Oliveira se irritou com os comentários. Depois de fechar o estabelecimento, Oliveira atravessou a rua e atingiu a vítima com golpes de faca.


Segundo informações de parentes, Guilherme Arthur teve cinco órgãos perfurados e foi internado no Hospital de Base de Brasília e faleceu na manhã desta quinta-feira (11). O dono do quiosque onde Oliveira trabalhava informou que o jovem não tinha antecedentes criminais, e como praticou o crime depois do expediente, ele preferiu não comentar.



Laécio Ribeiro de Oliveira foi preso em flagrante. A mãe do jovem agredido, Cláudia Gabriela, acredita que o filho tenha sido vítima de homofobia:

"Meu filho foi vítima de preconceito. O garçom deve ter achado que meu filho estava dando em cima dele."


Oliveira foi preso em flagrante. Na delegacia, disse que perdeu a cabeça após ouvir piadas dos colegas de trabalho.


Segundo representante do Grupo Estruturação, Paula Ramos, está cada vez mais frequente casos de homofobia seguidos de violência:


"A homofobia não atinge somente os homossexuais, ela pode atingir também pessoas que são confundidas eventualmente. O que não justifica."